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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Ferida, mas inteira!


Escrever por precisar fechar uma história com verdade, não com silêncio engolido. Ainda assim, dói. 

Eu te amo!

E talvez essa seja a frase mais dura de todas para escrever agora, porque amar alguém não deveria custar a própria integridade.

Durante muitos anos, eu permaneci num lugar que me anulou como mulher, como escolha, como projeto de vida. 

Permaneci porque amava, porque acreditava, porque ouvi inúmeras vezes “eu te amo” e quis acreditar que amor bastava. Mas amor, quando não se transforma em escolha, vira ferida. 

Fui colocada por anos num lugar de “quase”: quase esposa, quase esposa, quase prioridade, quase vida. E uma mulher que ama, que é mantida nesse lugar indefinido, inevitavelmente sofre quando o “não” se impõe definitivamente — mesmo que nunca seja dito em voz alta. 

Se eu não estivesse ferida, algo em mim estaria errado. 

Todo verão essa ferida se reabre. E não é apenas um evento isolado, é o retorno de um trauma. O meu corpo aprendeu a reconhecer a dor antes mesmo que eu consiga racionalizar. 

A estação que eu sempre amei, passou a me causar aversão, porque o corpo não esquece aquilo que a alma suportou por tempo demais.

Encerrar essa história não é apenas lidar com a perda de alguém. É fazer o luto da vida que imaginei, dos verões que nunca foram meus, do lugar de esposa que ocupei apenas nas minhas fantasias, alimentadas por palavras que nunca se transformaram em realidade. 

Isso dói de uma forma que não cabe em explicações simples. 

Hoje eu entendo algo fundamental: eu não fui menos amada. Eu fui insuficientemente escolhida. E isso não define o meu valor — define o seu limite. 

Define o quanto você conseguiu amar sem precisar abrir mão de nada, enquanto eu precisei abrir mão de mim. 

Essa relação me adoeceu. 

Não porque faltou sentimento, mas porque sobrou renúncia. Eu não consigo mais viver num lugar onde sou sempre a segunda escolha, onde o amor existe, mas nunca é inteiro, nunca é assumido por completo. 

Estou saindo não porque deixei de te amar. 

Estou saindo porque preciso me preservar, me respeitar e me devolver a dignidade emocional que perdi tentando sustentar algo que sempre me custou mais do que a você. 

Espero, sinceramente, que um dia você compreenda o peso das palavras que disse, das promessas que não cumpriu e do lugar em que me manteve por tanto tempo. 

Não escrevo para ferir, mas para que exista consciência — porque o que vivemos foi real, e as marcas em mim também são. 

A partir daqui, seguimos apenas como pais, com respeito e responsabilidade. Qualquer outro vínculo precisa terminar aqui. 

Eu sigo ferida, mas sigo inteira. E isso, para mim, agora é inegociável.  

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Seja gentil: você não sabe a luta que o outro está enfrentando

Vivemos em um mundo cada vez mais acelerado, competitivo e impessoal. Muitas vezes, nos deixamos levar pela pressa, pelo estresse ou pela rotina e esquecemos, completamente, de um princípio essencial para a convivência humana: a gentileza.


É fácil julgar o comportamento de alguém que foi rude conosco, que se atrasou, que não respondeu uma mensagem, que parece estar distante ou até mesmo, impaciente. Mas e se por trás daquela atitude houvesse uma dor invisível? Uma batalha emocional, uma perda recente, um diagnóstico difícil, uma preocupação com um ente querido? A verdade é que há tantas pessoas carregando pesos e problemas que não conhecemos.

Alguns enfrentam doenças silenciosas, que ferem não só o corpo, como também a alma. Outros estão exaustos por noites mal dormidas, sobrecarregados por múltiplos papéis — mãe, pai, cuidador, profissional e possivelmente se desdobrando em áreas para agregar. Há quem lute contra a depressão, a ansiedade ou o luto, disfarçado de sorrisos, camuflando suas dores. E há aqueles que, mesmo em pedaços, continuam tentando dar o melhor de si.

Essas dores não se estampam no rosto. Elas não aparecem em redes sociais ou se revelam nas conversas superficiais. Por isso, é urgente desenvolvermos um olhar mais compassivo, menos apressado, mais humano.

Gentileza não custa nada, mas tem o poder de transformar o dia (ou até a vida) de alguém. Um “bom dia” com um sorriso, um gesto de escuta verdadeira, um elogio sincero ou simplesmente não responder com agressividade já pode fazer diferença.

Seja no trânsito, no trabalho, na fila do mercado, nas redes sociais — temos, todos os dias, inúmeras oportunidades de escolher a gentileza. Às vezes, um gesto gentil é a única luz no dia escuro de alguém.


Ser gentil não é ser ingênuo. É ser consciente. É entender que, num mundo onde todos enfrentam lutas pessoais, pequenas gentilezas se tornam grandes gestos de empatia. Gentileza não é fraqueza; é força. É maturidade emocional. É um ato de resistência num tempo de intolerância.

Da próxima vez que você estiver diante de alguém que agiu de maneira inesperada, respire fundo. Em vez de revidar, julgar ou ignorar, tente ser gentil. Talvez aquela pessoa só esteja pedindo socorro do único jeito que ela sabe.

Seja o alívio e não o peso, na vida de alguém.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Dê valor ao que e a quem lhe faz bem


A vida é um sopro, breve suspiro. Portanto, t
enha a certeza de que só as coisas boas ocupam espaço na sua cabeça, em seu coração e no seu valioso tempo. Só o que te faz bem e motiva a ser melhor, merece seu tempo, dedicação e amor. 
 
Não permita que entrem na sua vida, se não fizerem por merecer estar com alguém tão bom, especial e único, como você. 

Não permita que limitem seu espaço, que digam como deve se vestir, que escolham o melhor corte ou cor para seu cabelo, que enumerem e destaquem seus defeitos e falhas sem apontar soluções que possam agregar à sua vida. 

Não permita, principalmente, que vetem ou impeçam de manifestar seu desejo e de expressar sua opinião.

A cada momento em que você deixa-se dominar, perde sua personalidade e acaba virando uma outra pessoa, apenas para agradar quem diz ser amigo.

Pense nisso!



Gratidão e prioridades: o que realmente importa na vida

Na correria do dia a dia, muitas vezes nos perdemos em preocupações e obrigações, deixando de lado aquilo e aqueles que realmente contribuem para nosso bem-estar. Seja no âmbito pessoal ou profissional, valorizar o que nos faz bem é essencial para uma vida mais equilibrada e saudável. No entanto, é comum que as pessoas só percebam a importância de algo ou de alguém quando já perderam. Esse comportamento pode gerar arrependimentos e uma sensação de vazio. Por isso, refletir sobre a importância do reconhecimento e da gratidão é fundamental para construir relações mais saudáveis e uma vida mais satisfatória.

Valorizar o que nos faz bem significa reconhecer a importância de situações, hábitos e escolhas que contribuem para nosso crescimento e felicidade. Atitudes como cuidar da saúde, cultivar boas amizades e investir no autoconhecimento são essenciais para uma vida plena. Muitas vezes, porém, as pessoas se deixam levar por distrações e prioridades impostas pela sociedade, esquecendo-se do que realmente importa. Estudos na área da psicologia positiva mostram que a gratidão e o reconhecimento são fatores determinantes para o bem-estar emocional, pois promovem um ciclo de reciprocidade e fortalecem laços interpessoais.

No que diz respeito às relações humanas, é essencial dar valor a quem nos apoia, respeita e deseja o nosso bem. Infelizmente, em muitos casos, as pessoas percebem a importância de alguém apenas quando já não podem mais contar com sua presença. A falta de reconhecimento pode gerar afastamentos, desgastes emocionais e arrependimentos futuros. Pequenos gestos de carinho e reconhecimento, como um elogio sincero ou um simples “obrigado”, fazem toda a diferença na construção de relações saudáveis e duradouras.

Além disso, valorizar o que nos faz bem envolve fazer escolhas conscientes e abrir mão do que nos prejudica. Muitas pessoas permanecem em situações tóxicas ou repetem hábitos nocivos por medo da mudança. No entanto, priorizar o que traz paz e evolução é um ato de autocuidado. Desenvolver o hábito de avaliar nossas decisões e identificar o que realmente agrega valor à nossa vida é essencial para evitar desperdício de tempo e energia com aquilo que não contribui para o nosso crescimento.

Dar valor ao que e a quem nos faz bem é um exercício contínuo de reconhecimento e gratidão. Pequenas atitudes podem transformar nossa forma de viver e nos relacionar, tornando a vida mais leve e significativa. Priorizar o que nos faz bem e cultivar relacionamentos saudáveis são pilares fundamentais para uma jornada equilibrada e feliz. Assim, ao invés de perceber a importância das coisas apenas quando as perdemos, devemos aprender a valorizá-las no presente, aproveitando ao máximo o que realmente importa.

💖💞

sábado, 1 de fevereiro de 2025

Feliz aniversário, meu amor!

 

Não há palavras suficientes para expressar o que você significa para mim. Desde que você entrou na minha vida, tudo ganhou mais cor, mais sentido, mais brilho. Você é o meu porto seguro, o meu refúgio nos dias difíceis e a minha alegria nos dias bons. Seu sorriso ilumina meu mundo, seu abraço é o lugar onde minha alma encontra paz, e seu olhar me faz sentir a mulher mais especial deste universo.

Você não é apenas o homem da minha vida, você é a própria definição do amor para mim. Sua presença me completa de uma forma que eu nunca imaginei ser possível. Cada momento ao seu lado é um presente, cada palavra sua aquece meu coração, cada gesto seu é um lembrete do quanto sou abençoada por ter você.

Eu quero que você saiba que, entre todas as pessoas neste mundo, foi você quem escolhi amar. E não apenas hoje, no dia do seu aniversário, mas todos os dias da minha vida. O meu amor por você é profundo, verdadeiro e eterno. Você é minha melhor escolha, meu sonho realizado, minha razão para acreditar que o amor existe e transforma.

A sua presença na minha vida é essencial. Sem você, tudo seria incompleto, como um céu sem estrelas, como um mar sem ondas. Você é meu melhor amigo, meu parceiro, minha paixão, minha morada. 

Eu te amo de uma maneira que vai além das palavras, um amor que se sente na alma, no olhar, no toque...

Nunca duvide do quanto você é importante para mim. Meu amor por você é imenso, inabalável e para sempre. 💙✨

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Diferenças entre namorar um menino e namorar um homem!

Pode até ser bonitinho, mas faz você sentir como se não fosse boa o suficiente. Já um homem te faz querer ser alguém melhor, porque tem um respeito genuíno por ele.

Um menino é possessivo. Um homem é protetor. E isso é bom demais!

Um menino faz você sentir que precisa minimizar suas realizações, para não o constranger. Um homem não é ameaçado por seu sucesso, mas orgulhoso e inspirado por ele. Quem impulso melhor?

Um menino preocupa-se com o seu próprio prazer. Um homem não pode apreciar a menos que você também possa. 

Um menino subestima você. Um homem não tem medo de te desafiar, porque sabe do que você é capaz.

Um menino vai estar interessado em sua vida enquanto puder obter algo dela. Um homem vai estar interessado em sua vida porque se preocupa com você e quer te entender mais profundamente como pessoa.


Um menino é ameaçado pela ideia de feminismo, convencido de que ser feminista o classifica como irritado, agressivo, e que odeia homens. Um homem entende que o feminismo é simplesmente a crença de que homens e mulheres são iguais.

Um menino acha que ele deve prover para você. Um homem sabe que um relacionamento significa que vocês dois estão provendo igualmente um para o outro.

Um menino engarrafa tudo, e dá uma bronca por conta da raiva ou outras emoções reprimidas. Um homem admite quando precisa de você e quando precisa falar, mesmo que o torne desconfortável.

Um menino está sempre pensando se poderia ou não fazer melhor. Um homem sabe quando tem algo bom em sua frente dele e nunca o toma como concedido.

Um menino dá desculpas. Um homem admite quando está errado, e sempre faz tudo que pode para corrigi-lo.

Um menino ou é carente ou impossível de segurar. Um homem sempre faz tempo para você, e ao mesmo tempo, certifica-se de ter uma vida fora do seu relacionamento.

Um menino só está interessado em beleza. Um homem aprecia sua beleza física, mas é mais atraído por sua personalidade.

Um menino acha que já sabe tudo. Um homem anda por aí com a mentalidade de que há sempre algo novo para aprender com todos que encontra.

Um menino se concentra no que ele quer agora, agora, agora. Um homem vive no agora, mas está sempre planejando para o futuro.

Um menino vai passar um tempo com os seus amigos – se gostar deles. Um homem vai passar tempo com seus amigos independentemente de seus sentimentos em relação a eles, porque se eles são importantes para você, são importantes para ele.

Um menino toma decisões precipitadas com base em seus desejos imediatos. Um homem entende o conceito de ser racional e ter prioridades.

Um menino precisa de você por causa de sua frágil autoestima. Um homem precisa de você, porque ele acredita que sua vida é melhor com você nela.

Um menino está preocupado com o que seus amigos acham sobre você. Um homem não se preocupa com o que as outras pessoas pensam, desde que vocês estejam felizes juntos.

Um menino está pronto para fazer qualquer coisa para conseguir o que quer. Um homem está pronto para amar sem hesitação.

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Amor merecido, verdadeiro, único!

 Enquanto as pessoas estiverem mais preocupadas em demonstrar aquilo que não são apenas para ser o que o outro espera ou quer, continuarão sendo seres frustrados, amordaçados, prisioneiros pelas limitações impostas, pela restrição até de pensamentos e opiniões. 


Aceitar e se manter nesta condição, revela quanta dependência - seja de amor, financeira e até por obsessão - um ser humano precisa ter para sentir-se vivo, ao mesmo tempo que destaca sua incapacidade de viver por si, amar-se, valorizar-se. 


A expressão "relacionamento abusivo" vai muito além da violência propriamente dita. Agressão física não é a única forma de violência: há a psicológica, a sexual, a moral e a patrimonial. E todas são consequências de um relacionamento abusivo. 


Triste é constatar que uma parcela das vítimas que se submetem a tudo isso, não consegue identificar que está vivendo esse tipo de relação. 


O controle disfarçado de ciúmes, a possessividade, as formas de cercear... são meios de tirar a independência e seus direitos de ir e vir, sem que a vítima perceba, deixando chegar a total dependência e, consequentemente, o medo, afinal, todo pensando, desejo ou uma negativa, gera briga. 


E, "em nome do amor", muitas mulheres seguem carregando nos ombros o peso de uma relação fria, triste, infeliz – até porque, foram ensinadas que é necessário abrir mão de coisas para fazer a união dar certo –, e com isso, vão se anulando, apagando, desistindo.


E quando a relação, ou melhor, a dependência sobrevive debaixo do mesmo teto, acaba contaminando quem mais estiver no ambiente, como os filhos. Na maioria das vezes, absorvem a infelicidade alheia, transformam-se em crianças tristes e crescem adultos frustrados, problemáticos. 


A felicidade está na paz de espírito,  no sorriso sincero, no amor retribuído, no abraço acolhedor, nas palavras que acalmam, na troca de boas energias... Em tudo isso, há amor, simplesmente porque, o amor não dói.